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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

sexta-feira, 24 de julho de 2009

quarta-feira, 8 de abril de 2009

BOICOZ! BOICOZ! e mais BOICOZ!

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(imagem criada por Suso Sanmartin)

Anos há, gostava de ler esse jornal a diário. Não era tal qual eu o preferiria, mas não estava mal: era do mais decente que se podia escolher no kiosko. Mas esse tempo já onde vai... agora não é mais que um panfleto indecente, uma caricatura do que deveria ser. La Voz de su Amo, La Coz de Galicia, La Hoz de La Torre. Chega disso! Eu, como muitos outros, já estou farto. Boicoz! Nem um € para esses repunantes, pailarocos, inhorantes, féridos e duros, imbéciles e escuros, cova de canalhas, lambecús, cipaios, e papaóstias. Que se fodam os luises (White & Windy), e para o rei da torre, que vaiam preparando a guilhotina! Polo que a mim respecta, não comprarei esse cacho de lixo, não o lerei, não farei caso dos seus anunciantes. Panda de mangantes...
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quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Entendendo a crise das subprimes

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Este sketch de The Last Laugh é um clássico instantáneo. Hilarante!
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segunda-feira, 15 de outubro de 2007

Tornasol ou a Dignidade


Cortesia de Gabriel, outro tintinólogo irredento, aí vai esta vinheta na que o Prof. Tornasol nos dá umha lecciom a todos (pero sobre todo, a esses que vam por aí arrimando-se ou deixando-se ver ao lado de milicos, reizetes e facherio vário) *


* Que Hergé pensara como pensara já é outra questom, e nom o imos desculpar nem atacar por isso. Pero aqui a quem celebramos é ao incorruptível Tornasol ("Decir que yo hago el indio!!!", disimulem a traduçom espanhola pero é a língua na que os lim). Como faremos, se toca, com esse outro fenómeno que atende ao nome de Haddock (Bachi-bozouks!!).

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

Por fim, sanitários públicos nas ruas (de Lugo)!

Suponho que será cousa do concelho, hai que agradecer que por fim se cubra a demanda de lugares públicos e doadamente accesíveis onde botar um mejo durante as festas...
(info original: http://galiza.indymedia.org/gz/2007/10/12594.shtml)





terça-feira, 4 de setembro de 2007

Anarquia, e cerveja fria!

Simpático cartaz editado pola Federaçom Anarquista Galega. Fronte a outros cartazes eleitorais, tem a vantage de que nunca passa de moda. Ademais, é customizável: todos podemos pegar nel a nossa foto. Polo demais, a chamada à democrácia participativa é algo que em OutraEsquerda sempre estamos dispostos a apoiar...
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segunda-feira, 23 de julho de 2007

A censura de El Jueves amosa a verdadeira faciana do Estado Espanhol

A semana passada, a revista satírica El Jueves foi seqüestrada por orde da "justiça" espanhola (lea-se, Del Olmo & Conde-Pumpido). As duas associações de magistrados, a conservadora e a "progresista" (nom se riam) respaldárom a medida. O governo espanhol (PSOE) justificou-na por boca de Mª Tsa. Fdez. D La Vega (que, por certo, estava numha convençom dos cachorros do PSOE, esses que gostam de chamar-se "nuevos rojos", suponhemos que serám da facçom estalinista e nom lerám El Jueves). O PP, pola boca de Acebes, criticou a medida, mas por improdutiva, ao ter, segundo eles, o efecto contrário ao buscado.


Em fim, todo isto... por que? Bom, pois por umha portada na que (ao igual que no resto do número) se criticava a ajuda de 2500 € por neno prometida polo governo Zapatero. Nom se pode criticar ao governo, entom? Que va, isso é o de menos: o grave da portada era, polo visto, o feito de amosar a parelha principesca em atitude de fornício -e isso que nom lhes debuxárom os órganos sexuais, senom, já vejo penas de cárcere-; ademais de insinuar que, vaia, nom se matam trabalhando.

O asunto, por suposto, criou um grande escándalo, como nom podia ser menos. Folga dizer que em Outra Esquerda estamos coa liberdade de expressom -coa de verdade- e apoiamos El Jueves que, por outra banda, nos tem proporcionado moitas gargalhadas ao longo da sua história. Mais nom por isso quereriamos deixar de sinalar que esta decissom, se bem alporizante e própia doutros tempos, é tamém plenamente coerente coa natureza do Estado Espanhol -que é tamém própia doutros tempos. Efectivamente: cómpre nom esquecer que vivemos numha Monarquia, e que isso implica certas diferências com umha República, nom apenas o feito de nom poder elegir o chefe do Estado. Numha Monarquia, a família Real é intocável; de nom ser assi, o Estado perderia a sua legitimidade. Está por riba de todo e nada se pode fazer contra ela, nem sequera critica-la. Estamos afeitos a que a auto-censura existente no 99% dos meios oculte esta realidade, mais de quando em vez xurde um feito coma este que no-lo lembra. Neste sentido, bemvidas sejam estas novas que, aínda que lamentáveis, fam que tomemos consciência de -como diriam Kortatu- "el estado de las cosas".
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Recomendado: a vinheta especial de Mauro Entrialgo
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Monarquia espanhola? Melhor república galega!
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